9 de agosto de 2015


A verdade é que com todas estas regras e preconceitos, se torna muito difícil e inconveniente ser diferente. Ou temos que ser muito corajosos para ir contra todos esses preceitos, ou acabamos nos moldando, engolindo tudo que nos empurram para não darmos margem a comentários e pensamentos contrários caso não nos adequemos aos padrões impostos. Para vocês que ainda estão me conhecendo aqui, já vou avisando: não esperem de mim os padrões, o obvio. Não tenho os mesmos sonhos que todas as jovens da minha idade tem, nem planejo um futuro igual ao delas. Minha vida, minha rotina, meu jeito, tudo é diferente do que se espera. Durante muito tempo sofri por não me encaixar na dita "normalidade", mas com o tempo fui assumindo e de certa forma até me orgulhando de cada "anormalidade" minha, porquê nelas está a minha autenticidade e minha coragem, aliás acho que uma das poucas coisas para as quais tive coragem nessa vida foi em assumir ser e viver do jeito que eu QUERO e não do jeito que eu TENHO de ser e viver. Talvez, eu que me considero ainda tão imatura, tenha crescido nesse ponto. Com o fim da adolescência fui entendendo que as críticas e comentários não importam e nem me afetam em nada porquê a minha felicidade só eu sei onde encontrar e só eu sei como devo viver. Que a opinião dos outros, como dito é apenas dos outros...

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